Às vezes sou um feijão que morri na feijoada.
Às vezes sou um grampo que convive com piolhos.
Às vezes sou um lápis sem vida.
Às vezes sou um humano que desmata a plantação.
Às vezes sou um livro que enche a cabeça de imaginação.
Às vezes sou um papel que está sempre sendo escrito.
Às vezes sou uma pulseira que está sempre agarrada no seu braço
Às vezes eu sou uma borracha que apaga tudo.
Rodrigo Mendes Alves
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